De dirigentes, o futebol baiano está cheio de exemplos de como não se administra um clube. Só darei dois exemplos que explicam o porque do futebol da Bahia nunca avançou numa Copa do Brasil, por que desde de 1999 não disputamos diretamente um título nacional.
O primeiro exemplo diz respeito ao Barradão, mais precisamente ao empréstimo do mesmo ao Bahia. Assunto este bastante batido na crônica esportiva baiana, inclusive no Arena Baiana com duas enquetes. Não é possível, dirigentes que pregam a paz entre as torcidas, fiquem brigando, para saber quem é o mais ambicioso. O do Vitória quer os 4,6 milhões da Petrobras e não quer o Bahia e o do Bahia quer a maior parte dos 4,6 milhões da Petrobras, o Barradão e nenhum contato com o Vitória. Em suma, os dirigentes dos dois times com mentalidade provinciana.
O segundo exemplo é o êxodo dos bons jogadores que despontam no Baianão e com a convivência dos dirigentes baianos vão jogar no sul do país. Para quem não se lembra a base do Bahia, campeão brasileiro em 1988 foi do interior da Bahia, a base do Vitória que subiu da série C para a B e da B para A, teve 5 jogadores do Ipitanga. Os dois casos demonstram que investir no interior não é perda de tempo. Esse ano, jogadores como Marquinhos, Kléber, Tatu, Artur e Souza que se destacaram no Baianão e simplesmente não serviram para Bahia e Vitória. Somente um mensagem para os nossos dirigentes, já chegou a hora de abrir os olhos.
Kléber: Paraná
Marquinhos: Pretendido pelo Flamengo(RJ)
Tatu: São Caetano
Souza: Futebol Coreano
Artur: Pretendido pelo Santos(SP)
domingo, 7 de setembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário