Os sócios e conselheiros do Bahia aprovaram, na noite desta quinta-feira, a desapropriação da sede praia do clube na Boca do Rio.
No dia 14 de agosto o Conselho Deliberativo do Clube já havia aprovado, por unanimidade, a proposta da prefeitura Municipal de Salvador sobre a desapropriação.
A desapropriação da Sede de Praia do tricolor foi determinada pelo prefeito João Henrique no dia 20 de março e integra o processo de reformulação da orla de Salvador.
A reunião realizada nesta quinta-feira foi para votar a aprovação da proposta, que já havia ganhado o aval do Conselho Deliberativo do clube.
Vale lembrar que o local onde a Sede de Praia do tricolor está situada pertence à Marinha, tendo o tricolor apenas o direito de uso e não o título de propriedade do terreno.
A situação se mostrou totalmente favorável às negociações, que serão feitas através de Trascons, títulos públicos do Município, chamado por alguns oposicionistas como "moeda podre".
"Não tenho dúvida de que a desapropriação foi o caminho mais correto. É uma tendência a prefeitura desapropriar as áreas situadas na orla. Ganhamos muito mais em um acordo do que em uma briga", comentou o oposicionista Fernando Jorge, à rádio Tudo FM.
Além do título do Trascons, que deve ser avaliado em R$ 23 milhões, o Bahia terá a dívida em impostos junto à prefeitura, que gira em torno de R$ 6 milhões, incluída no pacote de negociação.
Outro assunto colocado em pauta e assinado em ata é a realização de uma assembléia no próximo de 15 de outubro para mudanças no estatuto do clube, entre as quais a possibilidade de eleições diretas no Bahia.
No dia 14 de agosto o Conselho Deliberativo do Clube já havia aprovado, por unanimidade, a proposta da prefeitura Municipal de Salvador sobre a desapropriação.
A desapropriação da Sede de Praia do tricolor foi determinada pelo prefeito João Henrique no dia 20 de março e integra o processo de reformulação da orla de Salvador.
A reunião realizada nesta quinta-feira foi para votar a aprovação da proposta, que já havia ganhado o aval do Conselho Deliberativo do clube.
Vale lembrar que o local onde a Sede de Praia do tricolor está situada pertence à Marinha, tendo o tricolor apenas o direito de uso e não o título de propriedade do terreno.
A situação se mostrou totalmente favorável às negociações, que serão feitas através de Trascons, títulos públicos do Município, chamado por alguns oposicionistas como "moeda podre".
"Não tenho dúvida de que a desapropriação foi o caminho mais correto. É uma tendência a prefeitura desapropriar as áreas situadas na orla. Ganhamos muito mais em um acordo do que em uma briga", comentou o oposicionista Fernando Jorge, à rádio Tudo FM.
Além do título do Trascons, que deve ser avaliado em R$ 23 milhões, o Bahia terá a dívida em impostos junto à prefeitura, que gira em torno de R$ 6 milhões, incluída no pacote de negociação.
Outro assunto colocado em pauta e assinado em ata é a realização de uma assembléia no próximo de 15 de outubro para mudanças no estatuto do clube, entre as quais a possibilidade de eleições diretas no Bahia.
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