Oficialmente, o governo não reconhece nem discute a hipótese de abortar a reforma do Estádio da Fonte Nova. Os itens do caderno de encargos da Fifa e os prazos estabelecidos para a Copa do Mundo de 2014 servem como justificativas. Mas tudo pode mudar se a Arena Salvador sair do papel até meados de 2010.
Paralelo a todos os trâmites legais para a nova Fonte Nova (a abertura dos envelopes da licitação será no dia 4 de dezembro), especula-se um plano B. Se a arena multiuso for mesmo confirmada, a tendência é de que o governo apoie a construção e apresente um novo destino para o Octávio Mangabeira.
A solução iria agradar em cheio ao esporte olímpico, hoje renegado à terceiro ou quarto plano. O local onde hoje está a Fonte Nova seria transformado em um Centro Olímpico Universitário, visando os Jogos Olímpicos de 2016. Um novo parque aquático seria construído, o Ginásio Antônio Balbino daria espaço a um equipamento mais moderno, a arquibancada superior seria demolida e o atletismo ganharia um estádio de nível internacional.
Só que por enquanto, este projeto não passa de um plano B. “Nesse instante não há possibilidade nenhuma de a Arena Salvador abrigar os jogos da Copa. Não há como, neste momento, o Estado tomar qualquer decisão”, afirmou o secretário extraordinário da Copa do Mundo, Ney Campello.
Se todos levarem os projetos que têm hoje a sério, Salvador vai contar em 2014 com quatro estádios com condições de abrigar grandes jogos, sendo três deles de nível internacional. A Fonte Nova, a Arena Salvador, o Barradão e Pituaçu irão concorrer em um cenário que tem apenas Bahia e Vitória e não apresenta nenhum sinal de mudança.
Na Arena Salvador, Bahia e Vitória terão de atuar todas as suas partidas. O presidente do Vitória, Alexi Portela, já adiantou que o destino do Barradão será decidido pelo Conselho do clube. Já a Fonte Nova e Pituaçu, onde estará investido o dinheiro público, correm o risco de caírem no esquecimento.
Mesmo com este risco, o secretário da Secopa, Ney Campello, acredita que não seja a hora certa para se discutir a possibilidade. Ele afirmou que o projeto da Arena Salvador não apresenta ainda a viabilidade necessária e se baseou nos números para manter o otimismo em relação à Fonte Nova.
Na visão de Campello, por ter maior capacidade, o estádio do governo poderá abrigar jogos importantes e de maior porte, enquanto que a Arena Salvador sediaria as outras partidas. Mesmo que isto aconteça, o número total de jogos será bem inferior às 33 partidas anuais propostas no projeto da Fonte Nova.
Paralelo a todos os trâmites legais para a nova Fonte Nova (a abertura dos envelopes da licitação será no dia 4 de dezembro), especula-se um plano B. Se a arena multiuso for mesmo confirmada, a tendência é de que o governo apoie a construção e apresente um novo destino para o Octávio Mangabeira.
A solução iria agradar em cheio ao esporte olímpico, hoje renegado à terceiro ou quarto plano. O local onde hoje está a Fonte Nova seria transformado em um Centro Olímpico Universitário, visando os Jogos Olímpicos de 2016. Um novo parque aquático seria construído, o Ginásio Antônio Balbino daria espaço a um equipamento mais moderno, a arquibancada superior seria demolida e o atletismo ganharia um estádio de nível internacional.
Só que por enquanto, este projeto não passa de um plano B. “Nesse instante não há possibilidade nenhuma de a Arena Salvador abrigar os jogos da Copa. Não há como, neste momento, o Estado tomar qualquer decisão”, afirmou o secretário extraordinário da Copa do Mundo, Ney Campello.
Se todos levarem os projetos que têm hoje a sério, Salvador vai contar em 2014 com quatro estádios com condições de abrigar grandes jogos, sendo três deles de nível internacional. A Fonte Nova, a Arena Salvador, o Barradão e Pituaçu irão concorrer em um cenário que tem apenas Bahia e Vitória e não apresenta nenhum sinal de mudança.
Na Arena Salvador, Bahia e Vitória terão de atuar todas as suas partidas. O presidente do Vitória, Alexi Portela, já adiantou que o destino do Barradão será decidido pelo Conselho do clube. Já a Fonte Nova e Pituaçu, onde estará investido o dinheiro público, correm o risco de caírem no esquecimento.
Mesmo com este risco, o secretário da Secopa, Ney Campello, acredita que não seja a hora certa para se discutir a possibilidade. Ele afirmou que o projeto da Arena Salvador não apresenta ainda a viabilidade necessária e se baseou nos números para manter o otimismo em relação à Fonte Nova.
Na visão de Campello, por ter maior capacidade, o estádio do governo poderá abrigar jogos importantes e de maior porte, enquanto que a Arena Salvador sediaria as outras partidas. Mesmo que isto aconteça, o número total de jogos será bem inferior às 33 partidas anuais propostas no projeto da Fonte Nova.
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