Quatro meses de Baianão e o Bahia segue há sete anos sem títulos estaduais. Para desespero, os tricolores trabalharam na conquista do 23º caneco do rival. O torcedor apoiou, torceu contra, voltou a acreditar quando o time marcou o quarto dos cinco gols no Armando Oliveira. Não deu e não há tempo para lamentar. O clube terá apenas cinco dias antes da estréia no Brasileiro da Série B, contra o Fortaleza, no Jóia da Princesa, sábado, às 16h.
A diretoria se reúne a partir das 9h de hoje para avaliar a permanência do técnico Paulo Comelli e do assistente André Chita, além de tocar o processo de reformulação no elenco. Carências expostas, é hora de falar em reforços. O departamento de futebol negocia com ao menos seis atletas dos finalistas Vitória da Conquista e Itabuna.
As conversas com o atacante Juca estão adiantadas. O cabeludo volante Paulo Henrique e o meia Ley são outros que podem chegar do sul do estado para dar as caras no Fazendão. O sudoeste apresenta como possibilidades os armadores Kléber e Rafael, o zagueiro Artur e o camisa 11 Tatu – artilheiro do estadual com 16 gols, esse mais distante de um acerto.
Os jogadores do interior chegariam para compor o grupo, enquanto mais três ou quatro reforços de outros centros serão os responsáveis por dar corpo ao time titular. Gente suficiente para suprir o adeus de boa parte do atual conjunto tricolor. Os contratos de Darci, Daniel, Fábio, Santiago, Rivaldo e Pantico se encerraram com o final do estadual e as renovações estão sendo estudadas.
Ayrton, Cléverson, Ceará, Everton e Cristiano têm vínculo por apenas mais dois meses. Os três primeiros mal conseguiram atuar nas finais do estadual e encabeçam a lista de dispensas. Outros jogadores cotados para deixar o clube são Luciano Baiano, Cléber Carioca, Emerson Cris, Reinaldo Aleluia e Didi. Nem atletas com contratos mais longos, como Inho e Charles, estão livres do corte.
Correio da Bahia
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