Gallo rechaçou ter aplicado um "nó tático" em Vagner Mancini ao trocar Hélton Luiz e Marcone por Léo Medeiros e Patrício, respectivamente, e afirmou que não gosta das gírias do futebol, preferindo trabalhar semrpe com respeito aos adversários, em especial o treinador rubro-negro, seu amigo e infância. "Não gosto destas gírias, até porque respeito muito o Vagner e a equipe do Vitória. Ela valorizou nosso trabalho, é uma equipe muito dura, muito rápida, mas com alguns ajustes conseguimos superá-los no segundo tempo".
O treinador afirmou que só começará a pensar no Poções na tarde da segunda (9), uma vez que haverá comemoração pelo triunfo no clássico. "Estamos com o pé no chão e quarta-feira tem mais. Vamos agora comemorar, porque os atletas merecem, estão se dedicando muito". EC Bahia
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